Aula ao vivo · quarta, 21 de outubro, 19h · ingresso R$37

Um dos seus filhos é o que não dá trabalho. Você respondeu qual sem precisar pensar.

Ele não é o filho fácil. Ele é o que entendeu cedo pra onde ia a sua atenção. No dia 21 eu te mostro como isso foi combinado dentro da sua casa sem ninguém combinar nada.

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Trinta e sete reais · quarta, 21 de outubro, às 19h · duas horas ao vivo

Se você não puder assistir agora, o resumo está logo abaixo.

Se três dessas forem verdade, essa aula é sua

  • Você sabe qual filho não dá trabalho e respondeu antes de pensar.
  • Você divide uma tarefa e já sabe que vai ter que olhar depois.
  • Você pede ajuda dentro da sua própria casa e sente que está falhando.
  • Você senta pra descansar e não descansa direito, porque uma parte de você fica de plantão.
  • Você foi a filha que resolvia, e cresceu ouvindo que era madura.
  • Você olha pros seus filhos e vê que eles não são tratados igual, e isso te incomoda de um jeito que você não sabe explicar.

Nenhuma dessas coisas é sobre você ter errado. Todas são sobre um acordo que ninguém assinou.

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O nome disso é papel

Dentro de uma casa, com o tempo, cada pessoa vai ocupando uma função. Um vira o que resolve. Outro vira o que preocupa. Outro vira o que não incomoda. Outro fica no meio das brigas tentando apaziguar.

Ninguém combinou, ninguém assinou, e mesmo assim todo mundo sabe qual é o seu.

Isso se chama papel. E papel não é assunto, é função.

Em algumas casas os papéis são distribuídos muito cedo. Antes de qualquer um saber que estava distribuindo. E a mulher que recebeu um papel na casa onde cresceu costuma repetir a distribuição na casa dela. Não por descuido. A gente repete o que aprendeu a chamar de normal.

Não é lei e não é toda família. É um padrão que eu observo há muitos anos, e que vale demais você olhar dentro da sua.

Conversar mais não resolve, e não é culpa da sua conversa

Você já sentou com ele. Explicou, se emocionou, combinaram. Funcionou três dias. Duas semanas, no melhor caso.

Não voltou porque a conversa foi ruim. Voltou porque conversa muda o que a pessoa entende, e papel não é entendimento.

Função só muda quando a casa para de procurar sempre a mesma pessoa pra resolver.

E isso tem ordem. Tem pessoa certa pra começar e pessoa errada. Começar pela errada é o que faz a maioria desistir na primeira semana, achando que não tem jeito.

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Duas horas, três coisas, papel e caneta na mão

Não é palestra. Metade da aula é você escrevendo sobre a sua casa.

  1. Mapear. Qual papel cada pessoa da sua casa ocupa hoje. Cada uma, inclusive você. E o papel mais antigo da casa quase sempre é o da mãe.
  2. Rastrear. Onde cada um desses papéis foi dado. Quase nunca foi numa conversa. Foi em quem você chama primeiro.
  3. Escolher. Uma coisa, uma só, pra fazer diferente já na semana seguinte. Pequena o bastante pra você cumprir, e no lugar certo pra mexer de verdade.

Duas horas não reorganizam a sua família. Se alguém te prometer isso, desconfia.

O que essas duas horas fazem é te dar o nome do que acontece na sua casa, o lugar onde aquilo começou, e o primeiro movimento. Quem tenta arrumar a casa inteira num domingo à noite desiste na segunda semana com a certeza de que não tem jeito.

O que você leva por R$37

  • A aula ao vivo de duas horas, dia 21 de outubro, quarta, 19h.
  • Um teste que chega no seu WhatsApp assim que você garantir a vaga. São dez telas e leva dois minutos. No fim ele te devolve de que lugar você fala dentro da sua própria casa.
  • A leitura das suas respostas. Eu leio o que chega e monto o dia 21 em cima disso.
  • Um material escrito que chega depois do teste, pra você ler antes da aula.
  • Acompanhamento no WhatsApp até o dia 21.

Quem entra hoje responde o teste hoje. Quem entra no dia 20 responde correndo, e a aula rende menos.

Pra quem é essa aula

É pra você se:

  • Você tem filho morando com você, ou filho adulto com quem a relação travou.
  • Você é a pessoa que a casa procura primeiro pra tudo.
  • Você topa escrever durante a aula em vez de só assistir.

Não é pra você se:

  • Você está procurando alguém que olhe só pra sua família. A aula é coletiva e ao vivo, não é atendimento individual.
  • Você quer uma solução pronta pra aplicar sem olhar pra própria participação no arranjo.
  • Você não vai conseguir estar ao vivo no dia 21 e não quer a gravação.

Quem fala com você

Alessandra Valente.

O que ela fala aqui não vem de teoria. Vem de ler, todo dia, o que essas mulheres escrevem.

Perguntas que chegam

Vou conseguir assistir depois?

A aula é ao vivo e não fica disponível depois. Se você já sabe que pode ser interrompida, no checkout tem a opção de levar a gravação junto.

Meus filhos já são adultos, ainda adianta?

Adianta. Papel não some com o tempo, papel endurece, e o que endureceu dá pra afrouxar. Já vi acontecer com filho de vinte, de trinta e de quarenta.

Eu preciso contar isso pra alguém da minha casa?

Não. Nada do que a gente faz no dia 21 depende de você avisar ninguém.

E se eu não tiver filho?

Se você foi a filha que resolvia e a relação com os seus irmãos hoje é difícil, a aula serve. Metade do que a gente vai olhar é a casa em que você cresceu.

Isso é terapia?

Não. É uma aula, em grupo, sobre como os papéis se organizam dentro de uma casa. Não é atendimento, não é avaliação e não substitui nada disso.

Como eu recebo o link?

No WhatsApp que você cadastrar no checkout, no dia da aula. E no e-mail também.

Quarta-feira, 21 de outubro, às 19h. Duas horas, ao vivo, com papel e caneta na sua mão.

Você sai de lá com o nome do que acontece na sua casa, com o lugar onde aquilo começou, e com uma coisa escolhida pra fazer na semana seguinte.

O ingresso é trinta e sete reais e a sala tem limite.

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Pagamento pela Lastlink. O teste chega no seu WhatsApp em até dois minutos.

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